Sabe quando você, autor, tem uma cena claríssima na cabeça, cheia de nuances e tensões, mas o leitor fica com cara de interrogação? Isso é o ponto cego. É quando sua frase, que para você é um mapa do tesouro, para o leitor vira um segredo trancado a sete chaves.
Hoje vamos conversar sobre Americah que aprofundou minha experiência e percepções sobre identidade, pertencimento e a complexa teia de ser o que se é em um mundo que insiste em nos rotular. Falo de "Americanah".