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Diálogo expositivo: Personagem ou Palestrante?
Na literatura, o diálogo expositivo é exatamente esse recheio excessivo. O autor, temendo que o leitor se perca na trama, enfia "explicações" goela abaixo dos personagens. O resultado é um diálogo que parece um roteiro de telejornal: informativo, sim, mas sem alma, sem crocância e, acima de tudo, sem verdade.

Adorama
6 min de leitura


A Aula de Machado de Assis: A Geometria da Obsessão
Machado de Assis não escreveu apenas um clássico; ele construiu um universo totalitário dentro da mente de Bento Santiago. Dissecamos como o "Geômetra da Obsessão" utiliza o ponto de vista inconfiável e a elipse para transformar a realidade em refém da memória. Uma aula definitiva sobre worldbuilding subjetivo e a arquitetura do silêncio.

Ana Amélia
4 min de leitura


Prolepsis: quando o narrador sabe antes — e decide contar
A prolepsis não é erro — é decisão narrativa estrutural. Saiba quando antecipar fortalece a história e quando dissolve o conflito.

Ricardo
4 min de leitura


Verossimilhança por Asfixia: Por que Tom Wolfe te Sufoca com Detalhes (e Funciona)
Cansado do minimalismo? Descubra como Tom Wolfe usa a saturação de detalhes e a onomatopeia social para criar uma realidade bruta e inesquecível. Em A Fogueira das Vaidades de Tom Wolfe, o diálogo é uma metralhadora.

Ana Amélia
4 min de leitura


Névoa de Miguel de Unamuno — O Embate entre Criador e Criatura na Literatura Moderna
Há romances que contam uma história; Névoa faz algo mais desconfortável: interroga a própria possibilidade de existir. Publicado em 1914, o livro marca um ponto de inflexão na narrativa moderna ao recusar as convenções do romance realista.

Ana Amélia
4 min de leitura
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