Chegou a hora de mudar de marcha e encarar um dos gêneros mais queridos (e, sejamos honestos, também um dos mais intrigantes para quem está começando): a crônica.
De um lado, temos o "Contador de Causo", a voz da oralidade, do sertão. Ela é cheia de tiques, repetições, e carrega uma sabedoria que vem da terra e das conversas de beira de rio. É essa voz que nos senta numa roda de fogueira para ouvir uma história.
Muita gente associa o nome de Joyce diretamente à experimentalidade, àquele fluxo de consciência. Mas a experimentação em Dublinenses não é aquela quebra-quebra de regras que a gente vê em Finnegans Wake. É algo mais sutil, mais sorrateiro, mais… bisturi.
Organizamos as ferramentas que usamos em nossas análises em um glossário. Aqui, vamos dissecar a engenharia da narrativa, dos grandes conceitos à microcirurgia da frase. Use isto como seu manual de consulta,