A estratégia hoje é mostrar como Daniel Galera e Chimamanda Ngozi Adichie ancoram suas narrativas na subjetividade física. Galera utiliza o desconforto e a tensão corporal para ditar o ritmo atmosférico, enquanto Adichie utiliza o olfato e a percepção espacial para construir a identidade e o deslocamento cultural.
Hoje vamos conversar sobre Americah que aprofundou minha experiência e percepções sobre identidade, pertencimento e a complexa teia de ser o que se é em um mundo que insiste em nos rotular. Falo de "Americanah".