

A Construção de Cenas Literárias em Coetzee
Todo escritor é um mentiroso verossímil! Análise de um trecho de Desonra de J.M. Coetzee, visando desconstruir sua técnica de escrita, sobretudo para a criação de verossimilhança.
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Desonra de J.M. Coetzee
J.M. Coetzee, com sua prosa afiada e implacável, nos entrega em Desonra (1999) um romance que é tanto um mergulho sombrio na alma humana quanto um doloroso retrato da África do Sul pós-apartheid. A obra, que lhe rendeu o segundo Booker Prize, é um estudo incômodo sobre poder, vulnerabilidade e a complexa teia da culpa e do perdão. A trama centra-se em David Lurie, um professor universitário de cinquenta e poucos anos, divorciado e com uma vida acadêmica e pessoal estagnada.
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O Narrador Erudito Morreu? Como as Vanguardas Chutaram a Porta da Narrativa!
A literatura contemporânea, em grande parte, abraçou a ideia de que o sentido é construído, negociado e, muitas vezes, inatingível, refletindo a complexidade do mundo e o cenário de incertezas às quais estamos submetidos na atualidade.
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