

O Pacto do Silêncio e o Pacto da Consciência: Hemingway vs. Saramago
Domine a técnica "Mostre, Não Conte" da escrita criativa com a Teoria do Iceberg de Hemingway. Analise "Colinas Como Elefantes Brancos" e aprenda a engajar seu leitor com profundidade implícita. Descubra o poder da omissão!
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Economia Narrativa: Confie no seu Leitor, cara!
O grande vilão da economia narrativa é a insegurança. Muitos autores, ao produzirem seus rascunhos, sentem um medo paralisante de que o leitor não "pegue" a intenção por trás de uma cena. O resultado? O texto vira um manual de instruções emocional.
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Meta-discurso em Machado de Assis
Machado não só conversava com o leitor. Ele o agarrava pelo colarinho, o sentava à força na cadeira e o obrigava a assistir à autópsia do romance que ele mesmo estava escrevendo. E ele fez isso mais de um século antes de essa prática virar moda.
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Ponto de Vista Narrativo
A escolha do ponto de vista narrativo é, talvez, a decisão mais fundamental que você tomará. Ela define as regras do jogo com o leitor. O que ele pode saber? De quem ele pode saber? Quão perto ele chegará da verdade de uma personagem?
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Narrador Não Confiável: Um Guia Para Dominar a Arte da Mentira na Sua Ficção
Hoje vamos falar daquele que talvez seja o truque mais delicioso e perigoso da ficção: o narrador não confiável. Sabe do que estou falando? Daquela voz que te pega pela mão, jura que vai te mostrar a verdade e, no meio do caminho, te apunhala pelas costas com um sorriso no rosto.
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O Bisturi de Machado, a Frieza de Capote e o Pesadelo de Kafka: Um Guia Sobre Distância Narrativa
Hoje, vamos falar de uma das ferramentas mais sofisticadas e, arrisco dizer, sádicas do arsenal de um escritor: a Distância Narrativa. Pense nela como o controle de zoom de uma câmera. O autor pode te colocar no colo do personagem, fazendo você sentir o cheiro do medo dele, ou pode te afastar quilômetros, mostrando a cena toda como um deus entediado que observa um formigueiro.
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O Narrador Fofoqueiro: Como Machado de Assis Quebrou a Quarta Parede (e Por Que Isso Mudou)
Vocês já devem ter ouvido isso mil vezes, né? É quase um mantra. "Não diga que a personagem está triste, mostre-a chorando." "Não diga que o dia está frio, mostre a fumaça saindo da boca das pessoas." É um ótimo conselho, sem dúvida. Mas... e se eu dissesse que um dos maiores gênios da nossa literatura adorava quebrar essa regra com um sorriso cínico no rosto?
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O Fator AMADO: Por Que a "Malandragem" Narrativa.
Voz Narrativa: O Truque de Mestre de Jorge Amado Para Fazer Você Acreditar no Impossível.
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Dissecando Rubem Fonseca: A Força (Bruta) da Escrita
E aí, pessoal que sua em cima da página em branco! Ana Amélia na área, pronta para mais uma sessão de autópsia literária. Hoje, nosso "corpo" na mesa de cirurgia é um dos mestres da porrada verbal, o grande e temido Rubem Fonseca. E a peça escolhida para a nossa análise é o conto "A Força Humana" . Sabe aquele tipo de texto que te agarra pelo colarinho, te chacoalha e te joga contra a parede? Pois é. Fonseca não escreve para afagar, ele escreve para nocautear. E, como bons ma
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