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Conheça O Ofício da Escrita: Seu texto diz o que você quis dizer? Comece por aqui e aprenda a transformar intenção literária em efeito de leitura. Formação gratuita para escritores.


O Arco do Personagem 1: Pedro Páramo de Juan Rulfo
Vamos colocar uma única obra-prima na mesa de cirurgia e fazer uma análise vertical, seguindo a espinha dorsal da história: o arco do personagem. Vamos radiografar a alma de Juan Preciado em Pedro Páramo,
Ana Amélia
6 min de leitura


O Arco do Personagem 2: Americanah de Chimamanda N. Adichie
Aprenda a criar um arco do personagem poderoso. Analisamos a obra-prima de Chimamanda N. Adichie para revelar como se constrói uma identidade complexa na ficção.
Ana Amélia
6 min de leitura


O Arco do Personagem 3: A Cabeça do Santo de Socorro Acioli
Nosso paciente é Samuel, o protagonista de A cabeça do santo, da cearense Socorro Acioli. Preparem-se para uma aula de como o realismo fantástico pode ser a ferramenta perfeita para forjar a transformação de um personagem, levando-o da completa passividade ao domínio de seu próprio destino.
Ana Amélia
6 min de leitura


O Arco do Personagem 4: Lucy e Venâncio de Carla Madeira
Para fechar esse módulo, vamos mergulhar fundo nas águas turvas de um fenômeno da literatura brasileira contemporânea: Tudo é rio, de Carla Madeira. Aqui, não há um protagonista, mas um epicentro de dor: o casal Lucy e Venâncio.
Ana Amélia
6 min de leitura


Arábia: A Sutil Desilusão de James Joyce em Um Conto
A North Richmond Street, por ser uma rua sem saída, era silenciosa, exceto na hora em que a Christian Brothers’ School soltava os garotos. Uma casa desabitada de dois andares ficava no fundo da rua, afastada dos vizinhos em um terreno quadrado. As outras casas da rua, cientes das vidas decentes que abrigavam, olhavam umas para as outras com rostos marrons imperturbáveis.

Letra & Ato Editorial
9 min de leitura


Joyce Para Iniciantes: A Revolução Sutil de 'Dublinenses' à Luz de Edgar Allan Poe
Muita gente associa o nome de Joyce diretamente à experimentalidade, àquele fluxo de consciência. Mas a experimentação em Dublinenses não é aquela quebra-quebra de regras que a gente vê em Finnegans Wake. É algo mais sutil, mais sorrateiro, mais… bisturi.
Ana Amélia
5 min de leitura
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