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Seu livro está pronto para a publicação? O segredo da Revisão de Texto Dialogal
Hoje o assunto é sobre aquele nó na garganta que a gente conhece bem: "Meu livro está pronto para publicar?" É a hora de soltar a cria no mundo, e o pânico se instala. Será que está bom o suficiente? Será que a voz está clara? Será que alguém vai entender o que eu quis dizer?
Ana Amélia
5 min de leitura


Mais que Humor: Como Verissimo Transformou o Cotidiano em Alta Literatura
Tem dias que o mundo fica mais quieto. Não é um silêncio de paz, mas de ausência. É o que acontece quando uma das vozes mais inteligentes, sagazes e divertidas do nosso tempo se cala. A partida de Luís Fernando Verissimo deixa esse tipo de silêncio. Um silêncio que ecoa depois da última piada, da última sacada genial, da última crônica que nos fez rir e, no segundo seguinte, pensar.
Ana Amélia
5 min de leitura


Crônicas 1: O Que é uma Crônica?
Chegou a hora de mudar de marcha e encarar um dos gêneros mais queridos (e, sejamos honestos, também um dos mais intrigantes para quem está começando): a crônica.

Adorama Freitas
5 min de leitura


A Sintaxe do Sertão: Como Guimarães Rosa Esculpiu Palavras e Quebrou a Gramática
De um lado, temos o "Contador de Causo", a voz da oralidade, do sertão. Ela é cheia de tiques, repetições, e carrega uma sabedoria que vem da terra e das conversas de beira de rio. É essa voz que nos senta numa roda de fogueira para ouvir uma história.
Ana Amélia
6 min de leitura


Arábia: A Sutil Desilusão de James Joyce em Um Conto
A North Richmond Street, por ser uma rua sem saída, era silenciosa, exceto na hora em que a Christian Brothers’ School soltava os garotos. Uma casa desabitada de dois andares ficava no fundo da rua, afastada dos vizinhos em um terreno quadrado. As outras casas da rua, cientes das vidas decentes que abrigavam, olhavam umas para as outras com rostos marrons imperturbáveis.

Letra & Ato Editorial
9 min de leitura


Revisão de Texto Dialogal: Por que a sua voz importa?
Como seria a revisão de texto se olhasse não como um monólogo do autor, mas sim um diálogo silencioso e poderoso entre o autor e o leitor?

Paulo
5 min de leitura


Joyce Para Iniciantes: A Revolução Sutil de 'Dublinenses' à Luz de Edgar Allan Poe
Muita gente associa o nome de Joyce diretamente à experimentalidade, àquele fluxo de consciência. Mas a experimentação em Dublinenses não é aquela quebra-quebra de regras que a gente vê em Finnegans Wake. É algo mais sutil, mais sorrateiro, mais… bisturi.
Ana Amélia
5 min de leitura


O Espelho e o Abismo: A Jornada do Herói, da Formação à Negação
No Künstlerroman, o romance de formação do artista, a jornada é duplamente difícil. O herói não busca apenas um lugar na sociedade, mas uma voz própria, uma consciência estética que, muitas vezes, o coloca em conflito direto com essa mesma sociedade.

Paulo
6 min de leitura


Extra: Ferramentas de Escrita Criativa
Organizamos as ferramentas que usamos em nossas análises em um glossário. Aqui, vamos dissecar a engenharia da narrativa, dos grandes conceitos à microcirurgia da frase. Use isto como seu manual de consulta,
Ana Amélia
7 min de leitura
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