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Conheça O Ofício da Escrita: Seu texto diz o que você quis dizer? Comece por aqui e aprenda a transformar intenção literária em efeito de leitura. Formação gratuita para escritores.


A Aula com Margaret Atwood: A Verossimilhança como Espelho Histórico
Se vocês acham que escrever uma distopia é apenas inventar um futuro sombrio onde todos usam roupas estranhas e o governo é malvado, vocês estão fazendo isso errado. E quem vai lhes dar um puxão de orelha hoje é a rainha da ficção especulativa: Margaret Atwood.
Ana Amélia
5 min de leitura


A Ética e a Criação na Escrita
Construir Universos Literários, escrever, não é só arquitetura e técnica. É um espelho, o nosso. Ao narrar a vida de outro, a história que realmente contamos é a nossa própria crise, a nossa própria insuficiência diante do poder e da responsabilidade da palavra. Por isso, escrever é expor-se ao risco ético de falar pelo outro, do outro, sabendo que nenhuma forma absolve esse gesto.
Ana Amélia
6 min de leitura


A Aula com Julio Cortázar: A Verossimilhança pela Fissura no Real
Sabe aquele barulho que você ouve no meio da noite? Não o trovão ou o gato do vizinho, mas aquele estalo inexplicável que vem do cômodo ao lado. Aquele rangido no assoalho quando você tem certeza de que está sozinho em casa. Nossa primeira reação não é gritar. É parar. É ouvir. É tentar encaixar aquele som estranho na lógica do nosso mundo. "É só a madeira se assentando", dizemos a nós mesmos.
Ana Amélia
5 min de leitura


A Aula de Jorge L. Borges: Mentindo com Precisão
Descubra como Jorge Luis Borges constrói universos críveis usando falsas referências e precisão acadêmica. Uma análise profunda de "Tlön, Uqbar, Orbis Tertius" para escritores.
Ana Amélia
5 min de leitura


Economia Narrativa: Confie no seu Leitor, cara!
O grande vilão da economia narrativa é a insegurança. Muitos autores, ao produzirem seus rascunhos, sentem um medo paralisante de que o leitor não "pegue" a intenção por trás de uma cena. O resultado? O texto vira um manual de instruções emocional.

Adorama Freitas
6 min de leitura


O Arco do Personagem 2: Americanah de Chimamanda N. Adichie
Aprenda a criar um arco do personagem poderoso. Analisamos a obra-prima de Chimamanda N. Adichie para revelar como se constrói uma identidade complexa na ficção.
Ana Amélia
6 min de leitura


A Aula com Stephen King: O Terror que Mora no seu Armário
O Estômago da Escrita: A Verossimilhança Visceral de Stephen King. Descubra como Stephen King usa marcas, cultura pop e detalhes sensoriais viscerais para criar um terror que parece real. Lições do Mestre do Terror.
Ana Amélia
5 min de leitura


O Leitor quer ser Enganado (Mas não quer que você dê bandeira)
Vamos começar com um pequeno exercício de honestidade. Qual é a maior mentira que já contaram a você sobre escrever ficção? Arrisco um palpite: a de que sua história precisa ser "realista". Besteira. Bobagem. Uma falácia que provavelmente já assassinou mais romances na gaveta do que qualquer bloqueio criativo.
Ana Amélia
7 min de leitura


O Motor da Cena – A Arte da Ação.
Se em nossa última aula definimos que a verossimilhança é o pacto de credibilidade. Hoje vamos falar sobre o motor que faz esse pacto andar: a Ação. Ninguém se engaja com uma história onde o protagonista não faz nada, o leitor se engaja com o que ele faz.
Ana Amélia
9 min de leitura


A Câmera do Autor e o Poder do Detalhe
Vamos falar de uma das ferramentas mais poderosas e, paradoxalmente, mais perigosas da sua caixa: a Descrição. Perigosa porque, quando mal utilizada, ela é o caminho mais curto para o bocejo do leitor. Mas, quando dominada, é a mágica que transforma palavras em mundos palpáveis.

Ana Amélia
6 min de leitura


Ponto de Vista Narrativo
A escolha do ponto de vista narrativo é, talvez, a decisão mais fundamental que você tomará. Ela define as regras do jogo com o leitor. O que ele pode saber? De quem ele pode saber? Quão perto ele chegará da verdade de uma personagem?
Ana Amélia
7 min de leitura


O Segredo para Forjar Sua Voz Autoral
O que guia a sua mão? Por que, para contar uma história, um autor escolhe um formão delicado enquanto outro opta por uma marreta? A resposta é o que vamos discutir hoje. Este post é a ponte entre a técnica e a alma.
Ana Amélia
7 min de leitura
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